28/01/16

"O amor é assim ... " - Capítulo 15

  Bom dia gente linda, ontem deixei-vos aqui o capítulo 14, sei que pouca gente o leu, mas como tive tempo e inspiração ontem escrevi e aqui vos deixo mais um capítulo, digam-me sinceramente o que estão a achar desta história, é muito importante para mim.
Desejo-vos uma excelente Quinta-Feira.

 
No último capítulo:
Avó (Maria)

 Estava a falar com a minha filha, a tentar dar-lhe a máxima de força possível, quando olhei de repente e vejo a mão da minha netinha a mexer-se.
- Margarida querida, estás a ouvir-nos?

-Ela não a ouve mãe, infelizmente. – Disse tristemente.

- Filha, a mão dela mexeu-se.- Afirmou.

- Pode ser um sinal que ela está quase a acordar. – Sorriu.

 - Vamos ter fé, vai tudo dar certo.

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Margarida
  Estava num campo a correr, só via flores, árvores e pessoas vestidas de branco a correr de um lado para o outro, vi uma porta, tentei atravessa-la, até que uma luz forte bateu contra os meus olhos, ouvia vozes, queria muito reagir mas havia algo mais forte do que eu.

 Sentei-me na relva e passado um pouco uma dessas pessoas de branco veio ter comigo.

 - Olá Margarida, tens de voltar ao teu mundo.- Sorriu.

 - Olá, ao meu mundo?

 - Sim querida, este é o mundo dos anjos, tens de voltar à terra, tens lá pessoas que gostam muito de ti.

 - Mas e a senhora?

 - Eu já sou uma velhota, era amiga da tua avó, ela está muito triste, com medo de te perder.

 - Como volto eu ao meu mundo? – Perguntou aflita.

 - Estás a ver aquela porta ali?- Disse apontando para a porta que eu tentei atravessar momentos antes …

 - Sim, há pouco tentei passar por ela e não consegui ….

 - Agora vais conseguir querida, levanta-te e corre, sê feliz.

   Ia responder mas do nada a simpática senhora desapareceu, levantei-me tal como ela mandou, sorri e corri em direcção daquela porta que parecia ter magia.
Tentei abrir de novo os meus olhos, comecei a ouvir duas vozes, mas não sabia de quem eram.
  Devagarinho consegui finalmente abrir os olhos, não conseguia ver muito bem, estava tudo muito enevoado, doía-me muito a cabeça, olhei à minha volta e vi dois vultos.
Queria saber onde estava, mas estava demasiado confusa…

 - Onde estou eu?

- Meu deus Margarida, tu estás acordada. – Sorriu Sofia, mal ouviu a voz da sua filha.

 - Quem é a Margarida? – Interroguei perante a confusão que estava a minha cabeça.

 - Tem calma querida, tu estás um pouco confusa- Disse Maria.

 - Quem são vocês e onde estou eu?

 Não estava a entender nada do que se passava, só sabia que tinha duas pessoas à minha frente e por mais que me esforça-se não conseguia saber quem eram.
E do nada apareceu uma pessoa, com uma bata branca, pisquei os olhos e lembrei-me do campo e das pessoas que corriam de um lado para o outro, teria tudo aquilo sido um sonho e isto é que é a vida real?

 - Doutora, ela acordou, mas não nos conhece. - Disse Sofia, preocupada.

 - Tenham calma, é normal a Margarida estar um pouco confusa, vamos fazer uns exames mas em princípio deve ter sido de ter estado em coma este tempo.

 - Em coma? O que se passou afinal? Onde estou eu? E quem são vocês?

  A tal doutora sentou-se à minha beira e simpaticamente meteu a mão dela sobre a minha.

 - Calma, eu vou explicar-te tudo, mas tens de me ouvir.

 - Tu és a Margarida e o que se passou é que tiveste um acidente e estás no hospital, eu sou a médica que estou a tratar de ti e aquelas duas senhoras são da tua família e estávamos todos muito preocupados contigo.

 - Preocupados? Mas eu não as conheço de lado nenhum …

 - É normal, com o tempo vais-te começar a lembrar de tudo.

  Uma confusão, é o que eu acho disto tudo, como é que esta doutora pode dizer que as senhoras são da minha família se eu nem as reconheço.
Quero é sair deste hospital, mas quando ia tentar levantar-me reparei que não conseguia mexer as minhas pernas, aflita, gritei.

- Nãooo….

 - Que se passa Margarida? – Perguntou-me a doutora …

 E as duas senhoras aproximaram-se …

 - As minhas pernas, eu não as sinto. – Gritei, enquanto uma lágrima caía sobre a minha cara.

 - Calma filha. – Disse Sofia, preocupada em ver a filha naquele estado.

 - Margarida, tu vais ficar bem, sei que é horrível não sentires as tuas pernas, mas infelizmente com o acidente deixas-te de andar, mas com a minha ajuda e com a força que sei que tu a tens, vais voltar a andar, confias em mim? Disse a doutora, olhando Margarida nos olhos …

 - Eu não posso andar, doutora? - Gritou Margarida.



14 comentários:

  1. Adorei a parte da Margarida...Intensa.

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  2. Mais queremos maaaaais! Bora! Beijinho!

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  3. Gostei!Abençoado dia!!!!!! Beijos

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  4. Quero mais!! Lindo, beijinhos :)

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  5. Bastante intenso, continua :)

    r: Tem mesmo!
    Muito obrigada*

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  6. Gostei muito do que escreveste! :)

    MORNING DREAMS

    Sofia Silva, Beijos*

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  7. Tens muito jeito e valorizo imenso o teu empenho em continuar a história. Eu também adoro escrever mas perco a paciência facilmente, é o meu defeito.
    Continua, estou a gostar.
    Um beijinho.
    Mia

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  8. Já me perdi na história. Tenho de voltar atrás.

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  9. Espero que ela consiga voltar a andar e que tudo corra bem :s

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  10. Ainda bem que continuas com a história.

    R: Obrigada querida!

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  11. Gostei. Espero que continue. Acho que escreve muito bem.
    Abraço

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  12. Desejo-lhe as melhoras. Já recuperei a história desde o inicio´
    Abraço e bom fim de semana

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